“Um eclipse lunar ocorre quando a Terra está entre a Lua e o Sol, sempre durante a lua cheia. Ao contrário dos eclipses solares, que são vistos apenas em pequenas partes do planeta, o eclipse lunar pode ser visto de várias regiões. A Lua não desaparece completamente na sombra da Terra, mesmo durante um eclipse total, podendo então, assumir uma coloração avermelhada ou alaranjada. Isso é consequência da refração e da dispersão da luz do Sol na atmosfera da Terra que desvia apenas certos comprimentos de onda para dentro da região da umbra. Esse fenômeno também é responsável pela coloração avermelhada que o céu assume durante o poente e o nascente. De fato se nós observássemos o eclipse a partir da Lua, nós veríamos o Sol se pondo atrás da Terra. Os eclipses lunares são classificados de acordo com a parte da Lua que é obscurecida pela sombra da Terra, e por qual parte da sombra da Terra ela está sendo obscurecida. Os eclipses penumbrais ocorrem quando a Lua entra na região de penumbra, o que resulta numa variação do brilho da Lua que dificilmente é notada; o eclipse parcial ocorre quando apenas parte da Lua é obscurecida pela sombra da Terra; o eclipse total, quando toda a face visível da Lua é obscurecida pela umbra; e um último tipo de eclipse lunar raro é denominado eclipse horizontal, que ocorre quando o Sol e a Lua, em eclipse, estão visíveis ao mesmo tempo no céu, sempre ou no nascente ou no poente.”
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Lua
Nesta solidão plena da Lua, os enamorados representavam-na como romantismo humano. Exaltada em poemas e sob seus raios surgiam inspiradas declarações de amor.
O romantismo e a lua repentinamente apagaram-se de memória de muitos casais e poetas. A tempo contado e outros símbolos como chocolates, pulseiras, corações e bichinhos de pelúcia são opções na hora de agradar e manifestar sentimentos de carinho e afeição. E mesmo assim a coitada está lá em cima, triste, jogada de lado e linda. Banhada ao mar faz nascerem suspiros daqueles poucos românticos existentes que abraça o amor e esquece a vida corrida cotidiana.
O romantismo e a lua repentinamente apagaram-se de memória de muitos casais e poetas. A tempo contado e outros símbolos como chocolates, pulseiras, corações e bichinhos de pelúcia são opções na hora de agradar e manifestar sentimentos de carinho e afeição. E mesmo assim a coitada está lá em cima, triste, jogada de lado e linda. Banhada ao mar faz nascerem suspiros daqueles poucos românticos existentes que abraça o amor e esquece a vida corrida cotidiana.
Quando estamos só, apenas a admira-la, passamos a refletir nos momentos vividos, nas tristeza, alegrias, no conjunto em geral trazendo a tona os nossos: passado, presente e futuro, se é que este ultimo poderá existir.
Mas e Deus onde fica neste momento de reflexão?
Em todo que estiver ao nosso redor, sempre precisaremos dele e em varias vezes em minha vida estive como a Lua, ou melhor, posso me espelhar nela. Não porque sou baixinha, UM POUCO gordinha e de cor mista, mas também por estar na maioria dos meus dias só, em alguns momentos em companhia de alguém que aparece não suprindo algumas das minhas necessidades: tanto, familiar como, amorosa e amiga. Podendo ser classificada como a Terra que ao alinhar-se com a Lua não consegue cobrir todo o seu brilho. Existindo também pessoas que surge quando menos esperamos, supre suas necessidades e depois vai embora, deixando a esperança de voltar a revê-lo. Podendo ser Classificada como o Sol que ao se encontrar com a Lua cobri-a totalmente, mesmo que seja por alguns segundos, mas sempre deixando a esperança de se encontrarem. Mas em todos estes dois momentos não conseguiram encontrar algo permanente, algo que chega a fixar, porque este algo é sobrenatural e não existe copia: Deus!
Não precisamos de muita coisa apenas nos declaramos de forma humilde e de coração aberto.
A Lua também se torna inesquecível pelo seu brilho fascinante e encantador ao sombrear a mar deixando como um vasto e imaginário caminho até Ela. Talvez este ponto não me enquadre por me sentir varias vezes esquecida, por sentir varias vezes que pessoas se envolveram ou se aproximaram de mim por interesse, por sentir em minha própria família alguma exclusão por ser adotada, por não saber quem de fato eu poderia amar verdadeiramente e me machucar por diversas vezes ao amar a pessoas errada, por me isolar e esconder minhas lagrimas e mesmo que tenha expos nunca encontrar um ombro amigo para molhar sua camisa com elas. Já a Lua sabe que sempre existe alguém que estar lembrando, sentindo sua falta...
Não importam os momentos vividos os sofrimentos passados. Tenho plena certeza de que Deus sempre estar comigo: amigo incomparável, indescritível, necessário e eterno!!!
Afinal a Lua é uma de sua Obra brilhante.
Ass: Wirla Miranda

Nada pessoal...
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